Mestre em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina e graduada em Geografia, pela mesma instituição, Azânia Mahin Romão Nogueira faz pesquisas na área de Geografia Humana, com ênfase em Relações Raciais, articulando território, teoria do pensamento geográfico, gênero e currículo. Faz parte do Alteritas/UFSC: Diferença, Arte e Educação e do Núcleo de Estudos Negros.
      Neste artigo, que integra parte da sua pesquisa de mestrado intitulada “Território Negros em Florianópolis” (2018), é socializada a discussão sobre o território negro enquanto conceito e os processos urbanos que os constituem. Partindo do pressuposto de que “território” é um dos conceitos fundamentais da Geografia e as relações raciais são uma dimensão importante para a compreensão das dinâmicas sociais brasileiras, a pesquisadora afirma que “a raça não é tratada como conceito analítico do discurso hegemônico geográfico contemporâneo no Brasil, nem como variável estrutural da desigualdade sócio-espacial na sociedade”. Nesse sentido, ela aponta que os processos de urbanização, que levaram a segregação de muitas pessoas e a formação espacial dos territórios negros não pode ser pensada de maneira dissociada das relações raciais inerentes às dinâmicas da sociedade brasileira.

Acesse: A construção conceitual e espacial dos territórios negros no Brasil

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