Hippolyte é da República do Benin, antropólogo e professor da UFS, atuando nas temáticas de antropologia da religião, antropologia da morte, relações interétnicas e antropologia das populações afro-americanas.

Possui graduação em Língua e Literaturas Hispânicas – Universidad de La Habana (1992), doutorado em Ciências Filológicas pela mesma universidade (1996) em Cuba e Mestrado e doutorado em Antropologia Social – Fórum de Ciência e Cultura, MN/UFRJ/PPGAS (1999 e 2004, respectivamente). Atualmente é Professor Titular de Antropologia do departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de Sergipe. Membro do colegiado do DCS. Membro do Conselho Deliberativo do neab/ufs – CECH, Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros. 

A palestra “Antropologia da Morte: os rituais no Benin”, proferida pelo Professor Doutor Hippolyte Brice Sogbossi, faz parte do Ciclo de Palestras Africanidades, Cultura e Cidadania, promovido pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB/UDESC). A palestra ocorreu no dia 05 de Setembro de 2014, no auditório do Centro de Ciências Humanas e da Educação (FAED/UDESC), em Florianópolis.

Tem experiência na área de Letras, com atuação em lingüística Hispânica, sóciolingüística, lingüística Antropológica e dialetologia. Tem trabalhos publicados sobre a presença lingüístico-cultural daomeana no Brasil, Haiti e em Cuba. Experiência também na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Cultural, atuando principalmente nos seguintes temas: etnolingüística, antropologia da religião (populações afro-americanas), antropologia da morte, relações inter-étnicas, antropologia das populações afro-americanas (Cuba, Haiti e o Brasil) e africanas.

Palestra ministrada durante a segunda etapa do evento “Conversações Interculturais no Sul Global”, que ocorreu nos dias 20 e 21 de novembro de 2014, na Unisinos, em São Leopoldo/RS.

Artigos

VIDA EXISTENCIAL E IDENTIDADE NO CANDOMBLÉ: uma aproximação 

Resumo: Várias são as posturas adotadas na apreciação da relação entre adepto e divindades nas religiões em geral e particularmente nas chamadas de afro-brasileiras. No caso do candomblé, a dita relação envolve determinados fatores ligados à vida existencial do próprio adepto, às relações sociais e também às de gênero dentro da sociedade. O presente trabalho procura examinar diferentes teorias que tratam da relação de gênero, particularmente as identidades sexuais dentro do candomblé, e a questão do transe. Outro objetivo almejado é discutir e enriquecer, junto com a comunidade acadêmica internacional, a questão das identidades sexuais em religiões como o vodum haitiano e a santeria cubana, dois prismas críticos dos estudos sobre religiões deste lado do Atlântico; ou simplesmente dialogar com o vodum beninense sobre a questão. A pesquisa iniciada há algum tempo, procura discutir a questão a partir de autores como Ruth Landes, Roberto Motta, Patrícia Birman, Erwan Dianteil, Alfred Métraux, Vivaldo da Costa Lima, Reginaldo Prandi e outros trabalhos antropológicos referentes a estudos sobre determinadas regiões do mundo, particularmente os de Roberte Hamayon, Saladin d´Anglure, Brac de la Perrière e Bogoraz.

ÁFRICA: ontem, hoje e amanhã

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