Rita Segato recebeu o seu PhD do Departamento de Antropologia Social da Queen’s University of Belfast em 1984. É Professora Emeritus na Universidade de Brasília, onde lecionou no Departamento de Antropologia e nos programas de pós-graduação em Bioética e Direitos Humanos. É Pesquisadora Senior no Conselho Nacional de Investigação Científica do Brasil (CNPq). Desde 2018 ela detém a Cátedra Aníbal Quijano no Museu Reina Sofia em Madri e em 2019 a Universidade Nacional de San Martín-UNSAM na Argentina criou a Cátedra Rita Segato do “Pensamiento Incómodo” sob a sua direção. Atualmente, é uma das diretoras do Curso Internacional de Estudos Afro-Latino-Americanos e das Caraíbas do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO). Tem sido investigadora visitante e lecionado seminários de pós-graduação em numerosas instituições acadêmicas nos Estados Unidos, Europa e América Latina. Durante dois anos consecutivos, 2017 e 2018, a agência de notícias espanhola EsGlobal a incluiu entre os intelectuais mais influentes da Ibero-América e no Congresso de 2018 da Associação de Estudos Latino-Americanos (LASA) houve uma sessão dedicada a uma “conversa com Rita Segato”.

Em 2019 foi convidada pela Universidade Internacional Menéndez y Pelayo a oferecer o prestigioso Curso de Mestrado “O Autor e a sua Obra” no Palácio de la Magdalena, Santander, Espanha. Em 2018, recebeu o Prémio de Ciências Sociais CLACSO 50 anos da América Latina e Caraíbas. Em 2021, recebeu o Prémio Frantz Fanon da Associação de Filosofia das Caraíbas pela sua carreira. Em 2022, recebeu o Prêmio Daniel Cossio Villegas de Ciências Sociais do Colegio de México – COLMEX. Em 2018, recebeu a Medalha de Prata San Ignacio de Loyola da Ordem dos Jesuítas na Universidade Ibero-Americana do México. Recebeu os títulos de Doutora Honoris Causa da Universidade de Salamanca, das Universidades Nacionais de Salta e Cuyo, das Universidades Provinciais de Entre Ríos, Córdoba e Villa María, e em breve receberá os títulos de Doutora Honoris Causa da Universidade Nacional de Catamarca, da República de El Salvador e da Universidade Ibero-Americana do México.
Participou em vários tribunais de estado e tribunais de ética.
Tem colaborado com várias organizações de Direitos Humanos e promovido uma medida pioneira de inclusão racial no Ensino Superior no Brasil.

“A questão que nos convoca hoje a discorrer sobre as práticas descoloniais que fluem na contracorrente de um mundo totalizado pela ordem da colonialidade é tão ampla que outorga grande liberdade de resposta. Eu a reformulo desta maneira: onde estão sendo abertas as fissuras que avançam, hoje, desarticulando a colonialidade do poder, e como podemos falar delas? Que papéis desempenham as relações de gênero nesse processo? A parte inicial de minha exposição me conduzirá a tratar do tema que me foi solicitado: examinar a inter-relação entre colonialidade e patriarcado e suas derivações, o patriarcado colonial moderno e a colonialidade de gênero, no contexto da luta pelas autonomias”. (SEGATO, 2012)

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CRÍTICA DA COLONIALIDADE EM OITO ENSAIOS – E UMA ANTROPOLOGIA POR DEMANDA

“Os textos reunidos neste livro resultam da interseção de duas posições teórico-políticas defendidas pela antropóloga argentina Rita Segato: a perspectiva crítica da colonialidade do poder e uma prática disciplinar que a autora denomina antropologia por demanda, pressupondo uma inversão do próprio trabalho etnográfico, que passa a se colocar a serviço das “demandas” de comunidades e povos, seus objetos de estudo”.

Obras publicadas e traduções: 

Em Espanhol:

Las Estructuras Elementales de la Violencia. Buenos Aires: Prometeo, 2003 e 2013;

La Nación y sus Otros. Buenos Aires: Prometeo, 2007

La escritura en el cuerpo de las mujeres asesinadas en Ciudad Juárez. México, DF: Universidad del Convento de Sor Juana, 2006, y Buenos Aires: Tinta Limón, 2013;

Las Nuevas Formas de la Guerra y el Cuerpo de las Mujeres. Puebla, México: Pez en el Arbol, 2014

La Crítica de la Colonialidad en Ocho Ensayos y una Antropología por demanda. Buenos Aires: Prometeo, 2015

La Guerra contra las Mujeres. Madrid: Traficantes de Sueños, 2016 y 2ª. edición corregida y aumentada, Buenos Aires: Prometeo, 2018

Contra-pedagogías de la Crueldad. Buenos Aires: Prometeo, 2018

Santos y Daimones. El Politeísmo afro-brasileiño y la tradición arquetipal. Buenos Aires, Prometeo, 2020. 1ª Edición en castellano

Em Ingles:

The Critique of Coloniality. Eight Essays. New York and London: Routledge, 2022 

Foundational Essays on the De/coloniality of Power (co-edición con Catherine Walsh y Walter Mignolo). Durham, North Carolina: Duke University Press, forthcoming in 2022

Religions in Transition (co-edición con Jan-Ake Alvarsson). Uppsala: Uppsala Studies in Cultural Anthropology, 2003 

Em Alemão: 

Wider die Grausamkeit. Für einen feministischen und dekolonialen Weg (CONTRAPEDAGOGIAS DE LA CRUELDAD, übersetzt von Sandra Schmidt). Viena: Mandelbaum Verlag, 2021

Der Krieg gegen Frauen (LA GUERRA CONTRA LAS MUJERES, (übersetzt von Sandra Schmidt). Münster: UNRAST Verlag, 2022

Die Kraft des Ungehorsams. Berlin/ Frankfurt: Rosa-Luxemburg-Stiftung, 2019 https://rosalux-ba.org/wp-content/uploads/2019/06/RedeRitaSegato_RLS.pdf

Em Frances: 

L’ Oedipe Noir . Paris: Petite Bibliothèque Payot, 2014;

L’écriture sur le corps des femmes assassinées de Ciudad Juarez.

Paris: Petite Bibliothèque Payot, 2021  

La guerre aux femmes. Paris: Payot & Rivages – Collection Essais – Payot, 2022

Contre-pédagogies de la cruauté. Paris: Payot & Rivages, de próxima aparición en 2022

La Critique de la Colonialité. Toulouse: Éditions Europhilosophie, de próxima aparición en 2023

Em Portugues:

Santos Daimones. O Politeísmo afro-brasileiro e a tradição arquetipal. Brasilia: EdUnB, 1995 y 2005

A Crítica da Colonialidade em Oito Ensaios e uma Antropologia por Demanda. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021

Em Italiano:

La guerra nelle donne. Napoli: TAMU edizioni (de próxima aparición em 2023)

Em Grego

Η γραφή στα σώματα των γυναικών που δολοφονήθηκαν στη Σιουδάδ Χουάρες  (La Escritura en el Cuerpo de las Mujeres Asesinadas en Ciudad Juárez).  Atenas: Potlatch

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