Fábio Amorim Vieira é historiador, Mestre e doutorando em História pela UFRGS, com foco em Cultura e Representações. Graduado pela UDESC, atuou como pesquisador do NEAB/UDESC e é associado ao AYA – Laboratório de Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais. Suas pesquisas abordam História da África, Núbia antiga, historiografia africana, cultura, fronteiras e etnicidade, com ênfase em dinâmicas culturais e históricas no continente africano.
Em seu recente trabalho Práticas mortuárias no Egito e na Núbia sob o Reino Novo Egípcio: avaliando o emaranhamento cultural na África antiga, Fábio analisa a aplicabilidade do conceito de emaranhamento cultural nos enterramentos da Baixa Núbia (Sudão) entre 1550-1070 a.C. O estudo investiga as práticas mortuárias egípcias e núbias, destacando suas particularidades e interações. A pesquisa testa o conceito a partir da cultura material, evidenciando dinâmicas de influência e apropriação cultural na Antiguidade.
Acesse em: https://periodicos.ufv.br/RCH/article/view/3259
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Fábio Amorim Vieira é historiador, Mestre e doutorando em História pela UFRGS, com foco em Cultura e Representações. Graduado pela UDESC, atuou como pesquisador do NEAB/UDESC e é associado ao AYA – Laboratório de Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais. Sua pesquisa concentra-se em História da África, Núbia antiga, historiografia africana, cultura, fronteiras e etnicidade, com ênfase nas dinâmicas culturais e históricas do continente africano. Em seu trabalho recente, analisa práticas mortuárias egípcias e núbias na Baixa Núbia (1550–1070 a.C.), utilizando o conceito de emaranhamento cultural. O estudo evidencia influências, apropriações e interações culturais na Antiguidade, contribuindo para a compreensão da cultura material africana.




