A Emergência Climática

A crise climática afeta todos os povos indígenas do Brasil que tem alertado desde a colonização desta emergência. As consequências afetam as comunidades e aldeias indígenas mais vulneráveis, o racismo ambiental exposto.
As recentes catástrofes envolvendo as fortes chuvas no estado do Rio Grande do Sul atingiram milhares de famílias na região, dentre as mais vulneráveis estão os indígenas Guarani. Cerca de 80 comunidades estão devastadas e mais de 40 mil indígenas foram atingidos, perdendo suas casas, pertences, animais e alimento. Muitos indígenas estão em abrigos de emergência, comunidades ilhadas e alojamentos, sem acesso à água potável e uma alimentação digna.
As populações indígenas são responsáveis pelos serviços ambientais essenciais para os biomas brasileiros serem preservados, tais como a regulação climática, o regime de chuvas, a manutenção dos mananciais de água, o controle de pragas e doenças e a polinização. Mesmo assim, seis projetos de lei estão tramitando no Congresso Nacional, conduzidos pelos interesses do ruralismo, que compõem o Pacote da Destruição do Observatório do Clima.
A COMIN – Conselho de Missão entre Povos Indígenas que vem lançado desde 2001 o caderno da Semana dos Povos Indígenas, um material didático em conjunto com as populações indígenas dialogando temáticas diversas. O caderno da Semana dos Povos Indígenas 2024 intitulado “Emergência climática: povos indígenas chamam para a cura da Terra!”, o material trata do conceito e das consequências desse fenômeno, mostrando que todas as pessoas já estão sendo impactadas.
Para fazer dowload o material apenas cadastre seu email no site da COMIN e aguarde o envio.

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A emergência climática que vivemos é a situação em que é necessária uma ação urgente para reduzir ou impedir totalmente a mudança no clima do planeta, bem como prevenir os danos ambientais trazidos por estas mudanças, sendo que eles podem ser irreversíveis. Porém, para agir corretamente, é preciso entender o que tem ocasionado a mudança climática e como funciona o planeta que habitamos.” (p.11)

João Gabriel Santos Pinto (Bacharelado em História – UDESC/FAED)

Possui ensino médio pelo Instituto Estadual de Educação Pereira Coruja (2017). Atualmente é Bolsista da Universidade do Estado de Santa Catarina no Laboratório de Estudos Pós-coloniais e Decoloniais AYA. Tem experiência na área de História.

AYA LABORATÓRIO

Laboratório de Estudos Pós-coloniais e Decoloniais – AYA