Programas de Extensão 2026-2027

Programa de Extensão A Presença da Antiguidade Clássica em Florianópolis e Região: Leituras sobre Recepção e Usos do Passado
Coordenação de Profº Filipe Noé da Silva

Ação – Repositório do Antigo: a presença da Antiguidade Clássica em Florianópolis e região, coordenação de Profº Filipe Noé da Silva

Ação – Formação docente: eventos e encontros abertos à comunidade, coordenação de Profº Filipe Noé da Silva

Ação – E-book: A presença da Antiguidade na região de Florianópolis: recepção e usos do passado. coordenação de Profº Filipe Noé da Silva

Programa de Extensão Histórias Africanas e Indígenas: olhares e práticas na educação
Coodenação de Profª Luisa Tombini Wittmann

Ação – Portal AYA, coordenação de Profª Luisa Tombini Wittmann
Projeto permanente dedicado à pesquisa, catalogação e disseminação de conteúdos sobre história e cultura afrobrasileira, africana e indígena, conforme preveem as Leis Federais n 10.639/2003 e n 11.645/2008. Todos os materiais — imagéticos, sonoros, audiovisuais e escritos — produzidos por pesquisadores/as do AYA e por diversos intelectuais, ativistas, artistas e docentes, são disponibilizados em plataforma digital pública, atualizada regularmente, com alcance internacional (já com acesso de 56 países). O portal qualifica docentes da educação básica e estudantes universitários ao mesmo tempo que dialoga com o público em geral.

Ação – Arte Menor: Movimentos Interseccionais, coordenação de Profª Juliana Crispe
O projeto foca na interseccionalidade e nas produções das Artes Visuais com recorte em gênero, classe, corporalidade e raça. Visa destacar produções artísticas feministas, LGBTQIA+, étnico-raciais e de pessoas com deficiência, interrogando processos estéticos e educacionais que confrontem racismo, misoginia, capacitismo e heterocolonialidade. O projeto inclui a criação de uma cartografia de artistas catarinenses — negros, indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e mulheres — com levantamento de dados, pesquisas e entrevistas (que também serão publicadas no Portal AYA), além da organização de rodas de conversa, palestras e ações artísticas com esses artistas.

Ação – AYA Entrevista, coordenação de Profª Luisa Tombini Wittmann
Consiste em uma série de entrevistas audiovisuais com pessoas vinculadas aos estudos decoloniais, africanos, afrodiaspóricos e indígenas. Cada episódio explora trajetórias e pesquisas desses/as interlocutores/as e é editado com identidade visual própria. As entrevistas são divulgadas no Portal AYA e envolvem estudantes em todas as etapas: gravação, edição e estratégias de difusão.

Programa de Extensão Movimentos Decoloniais: práticas, diálogos e o sentipensar
Coordenação de Profª Cláudia Mortari

Ação – Feira Armazém Coletivo Elza, coordenação de Profª Juliana Crispe
A ação propõe apresentar trabalhos em artesanato, arte, moda e produções culturais realizados por mulheres negras e indígenas, bem como pessoas da comunidade LGBTQIA+. As feiras iniciaram-se no ano de 2016 no Espaço Cultural ‘Armazém Coletivo Elza’ com a perspectiva de abraçar as/es feirantes que encontram-se sem espaço para exposição ou que não conseguem arcar com os valores altos das feiras elitistas de Florianópolis. Ddesde o ano de 2022 as feiras tornam-se nômades, e o intuito de realizá-las na UDESC é aproximar alunes, professores e conidade de produtoras/es que carregam saberes especiais, diante de suas ancestralidades e vivências.

Ação – Circuito de Exposições ‘Poéticas da Relação’, coordenação de Profª Juliana Crispe
O Circuito de Exposições — ‘Poéticas da Relação’ pretende promover a circulação e divulgação científica e cultural pós-colonial e decolonial, com ênfase nas temáticas africanas, afro-diaspóricas, indígenas, feminismos e diversidades, através da realização de exposições de arte. ‘Poéticas da Relação’—, lembra o pensamento de Eduardo Glissant ao nos dizer que o contato entre as culturas reflete no contemporâneo os efeitos da colonização e toda a identidade se desdobra numa relação com o outro. As subjetividades apresentadas nas mostras pretendem manifestar a partir da arte que a modernidade definida exclusivamente pela Europa imperialista encontra obstáculos e chegou a termo, abrindo espaço para protagonismos que foram esmagados e ocultados em nossa história, reverberando no agora as contaminações das diferenças e reconhecendo os abismos postos sobre essas experiências. Rizomáticas, essas poéticas têm suas raízes em muitos territórios, crenças, sexualidades, usos do corpo, e se ramificam e crescem no encontro com outras superfícies, outras culturas, rituais, direito ao corpo, ao espaço social, educacional, cultural e político. As exposições do Circuito serão anuais e poderão acontecer em mais de 1 espaço cultural por ano. As/es artistas que participarem serão selecionados a partir de uma convocatória aberta e por curadoria. Serão selecionades artistas negres, indígenas, mulheres e LGBTQIA+; grupos a margens e invisibilizados historicamente nas Artes. Pretende-se organizar a visitação de professores/as e estudantes de escolas municipais e estaduais as exposições.

Ação – Jornada de Estudos Africanos
A Jornada de Estudos Africanos é um evento em formato presencial com o objetivo de promover a produção, circulação e divulgação científica e cultural pós-colonial e decolonial, com ênfase nas temáticas africanas e afro-diaspóricas, interseccionadas com questões de gênero, interraciais e de classe. Com ocorrência anual, o evento integra as comemorações no mês de maio em referência ao Dia da África. Pretende-se incentivar a inovação, troca e produção de epistemologias plurais e de práticas transformadoras no campo das Ciências Humanas, da Educação e da Arte entre pesquisadores(as), professores(as) e estudantes da rede de ensino, de graduação e de pós-graduação, movimentos sociais e coletivos negros e africanos. Em sua primeira edição, em 2025, a Jornada de Estudos Africanos ocorreu nos dias 26, 27 e 28 de maio de 2025 no Centro de Ciências Humanas e da Educação (FAED-UDESC), em Florianópolis, inspirada pela produção artística e intelectual de Malangatana Valente Ngwenya, artista visual e poeta moçambicano. Foram realizados três painéis temáticos de apresentação de trabalhos; e três conferências (Diálogos Contemporâneos) com a participação de pesquisadores do campo dos estudos africanos vinculados ao Aya Laboratório e convidados externos de universidades do sul do Brasil.